terça-feira, 31 de maio de 2011

Os maiores conquistadores do Mundo.

Napoleão Bonaparte.
5 - Napoleão Bonaparte (1760 - 1821) - De 1976 até o ápice do seu poder em 1810, Napoleão Bonaparte conquistou aproximadamente 1.864.800 quilômetros quadrados. O grande império de Napoleão incluía França, Bélgica, Holanda, Alemanha, Polônia, Suiça e Espanha. Ele tem até a sua própria edição de jogo de War (original dos Estados Unidos onde se chama Risk).

Adolf Hitler


 

4 - Adolf Hitler (1889 - 19945) - De 1933 ao outono de 1942, o ditador nazista Adolf Hitler conquistou 3.548.300 quilômetros quadrados, perdendo tudo num espaço de três anos. O terceiro reich de Hitler incluía a maior parte da Europaa continental e se estendia do canla Inglês até as cercanias de Moscou, e do Norte da África até a Noruega.

Átila.



3 - Átila (406? - 453) - De 433 a 453, Átila , Rei dos Hunos e Flagelo de Deus , conquistou aproximadamente 3.755.500 quilômetros quadrados . Embora tenha falhado em sua tentativa de conquistar a Gália, Átila governou um império que abrangia as Europas Central e Oriental e a planíce russa do oeste (no mapa baixo - em verde - o território conquistado).

Tamanho da área dominada por Átila.



Alexandre, o Grande.

2 - Alexandre, O Grande ( 356 - 323a.C) - de 334 a 326a.C.,o Rei macedônio Alexandre, o Grande conquistou aproximadamente 5.646.200 quilômetros quadrados. Seu império incluía o sul da península Bálcã, Ásia Menor, Egito, e todo Oriente Médio, até o Rio Indus (mapa das conquistas em amarelo).
Área dominda por Alexandre.






Gêngis Khan.


1-Gêngis Khan (1162 - 1227) - de 1206 a 1227, o chefe de tribo mongol Gêngis Khan conquistou aproximadamente 12.857.400 quilômetros quadrados. Estendendo-se do oceano pacífico ao mar Cáspio. Seu império incluía o norte da China, Mongolia, sul da Sibéria e Ásia Central (as terras conquistadas estão no mapa CIRCUNDADAS de laranja).
Área dominada por Gêngis Khan.

D.O:O Livro das Listas

domingo, 15 de maio de 2011

Coronel Ubiratan Guimarães

Ubiratan Guimarães, conhecido como Coronel Ubiratan, (São Paulo, 19 de abril de 1943 — São Paulo, 9 de setembro de 2006) foi um coronel da Polícia Militar do Estado de São Paulo e político brasileiro. Foi o responsável pela invasão da Polícia Militar de São Paulo ao Complexo Penitenciário do Carandiru, em 1992. O coronel foi morto em seu apartamento em São Paulo num crime ainda não esclarecido.
Transformado num nome conhecido do grande público após o massacre, Ubiratan entrou na política. Ele tomou posse como suplente de deputado estadual pelo PSD, por duas vezes: de janeiro de 1997 a abril de 1998 e de janeiro a março de 1999, sendo eleito posteriormente (com o número 14111) deputado estadual por São Paulo com 56.155 votos, em 2002.
Foi membro das CPIs do Crime Organizado e da Favela Naval. Estava em seu segundo mandato e era membro das Comissões de Segurança Pública e Administração Pública e presidia a Comissão de Assuntos Municipais. Considerado como uma figura importante na defesa da venda de armas aos cidadãos, no referendo sobre o desarmamento de 2005. Ubiratan também era visto por dirigentes de seu partido como grande "puxador" de votos para a bancada da bala.
Na Assembléia Legislativa de São Paulo, o coronel atuou em defesa da valorização do policial e seu discurso ganhou ainda mais força depois das ondas de ataques do crime organizado em São Paulo, orquestrados pelo Primeiro Comando da Capital.
No lugar do coronel, assumiu a suplente na chapa, Edir Sale, do PL, partido coligado ao PTB em São Paulo.
Por volta das 22h30min de 10 de setembro de 2006, um dos assessores de Ubiratan o encontrou morto, com um tiro, em seu apartamento nos Jardins, em São Paulo. Aparentemente não havia sinais de luta corporal no local, e a porta dos fundos estava apenas encostada.
O corpo do coronel estava deitado de barriga para cima, coberto apenas por uma toalha. O tiro acertou a parte debaixo do mamilo direito e saiu pelas costas.
Na madrugada do dia 11 de setembro, a perícia suspeitava que o crime teria ocorrido entre a noite de sábado e a madrugada de domingo. Na tarde do mesmo dia, a Polícia Civil já estimava que o crime teria ocorrido provavelmente na noite de sábado.
O corpo de Ubiratan foi enterrado na tarde do dia 11 de setembro, no Cemitério do Horto Florestal, na zona norte de São Paulo. O cortejo chegou ao cemitério por volta das 17h. Estava prevista a parada na capela, mas a família optou por cancelá-la porque o local não comportaria o número de pessoas que acompanhava a cerimônia.
No muro do prédio onde morava foi pichado "aqui se faz, aqui se paga", com referência ao Massacre do Carandiru que o Coronel foi o comandante da operação.

sábado, 14 de maio de 2011

O Massacre do Carandiru

Milhares de Presos fora de suas celas.

Muitos Pedidos de Paz.

Eles não sabiam o que estava por vir.
Tudo começou com uma briga de presos no Pavilhão 9 e deveria terminar como mais um tumulto da Casa de Detenção, no complexo do Carandiru, zona norte de São Paulo. No entanto, uma intervenção policial resultou em 111 mortes. O episódio que ficou conhecido como Massacre do Carandiru completa dez anos nesta quarta-feira.

O pavilhão está vazio, assim como toda a Casa de Detenção, que foi desativada dia 15 de setembro de 2002. Um parque público, com centros de cultura, lazer e de formação profissional, vai ocupar o espaço da antiga penitenciária.

As lembranças ficaram nas paredes das celas, na memória dos sobreviventes e dos familiares dos mortos. Alguns presos se misturaram aos cadáveres para fingir que estavam mortos e tentar sobreviver.

A chacina teve repercussão internacional por causa da violência, pela quantidade de mortos e pela forma de atuação da polícia.

O coronel da reserva Ubiratan Guimarães, que comandou a invasão da Polícia Militar na Casa de Detenção, foi condenado, em junho de 2001, a 632 anos de prisão pela morte de 102 dos mortos e cinco tentativas de homicídio. Por ser réu primário, recorre da sentença em liberdade.

Na ocasião do julgamento, a Promotoria afirmou que, no dia do massacre, ocorreram nove mortes provocadas por "armas brancas", com facas ou estiletes, provocando dúvida sobre a autoria dos crimes. As mortes por armas brancas podem ter sido provocadas durante briga entre os próprios presos.

Um ato ecumênico será realizado nesta quarta-feira na Faculdade de Direito do Largo São Francisco, centro de São Paulo, para lembrar o massacre.

Tumulto e intervenção

O tumulto na Casa de Detenção, há 19 anos(1992), teve início envolvendo dois presos no segundo andar do Pavilhão 9. Agentes penitenciários levaram os feridos para a enfermaria, no pavilhão 4, e trancam a grade de acesso ao segundo andar.

Pouco depois, os detentos conseguem romper o cadeado. O tumulto é generalizado.

Durante a rebelião, os presos queimam colchões, arquivos e montam barricadas nos corredores para impedir o acesso da polícia.

O então secretário de Segurança Pública, Pedro Franco de Campos, teria telefonado para o governador Luiz Antonio Fleury Filho, que estava viajando pelo interior do Estado. Fleury, no entanto, afirma que só foi informado sobre o tumulto.

O coronel Ubiratan Guimarães assume o comando da operação. Em uma tentativa de pôr fim à rebelião, a Polícia Militar, armada e com cães, invade a penitenciária. Os presos reagem.

Sem negociação, a Rota (Rondas Ostensivas Tobias Aguiar) ocupa o primeiro e o segundo andar do pavilhão. A tropa não é preparada para esse tipo de ação e entra no presídio fortemente armada.

Todos os presos que estavam no primeiro andar foram mortos. No segundo andar, morrem 60% dos detentos.

O número total da chacina só foi divulgado oficialmente no dia seguinte, meia hora antes do encerramento das eleições municipais.



Presos carregando um outro preso morto.

Um 'rio' de sangue.


Quem quiser ver mais fotos do massacre, aqui está o link: http://www1.folha.uol.com.br/folha/galeria/album/p_carandiru_01.shtml








D.O.= http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2002/carandiru/

domingo, 8 de maio de 2011

Ku Klux Klan ou ( KKK)

Caminhada dos Klu Klux Klan, extremamente racista. (e hipócrita)

 
 A primeira Ku Klux Klan na verdade foi fundada pelo General Nathan Bedford Forrest da cidade de Pulaski, Tennessee, em 1865 após o final da Guerra civil americana. Seu objetivo era impedir a integração social dos negros recém-libertados, como por exemplo, adquirir terras, ter direitos concedidos aos outros cidadãos, como votar. O nome, cujo registro mais antigo é de 1867, parece derivar da palavra grega kuklos, que significa "círculo", "anel", e da palavra inglesa clan (clã) escrita com k. Devido aos métodos violentos da KKK, há a hipótese de o nome ter-se inspirado no som feito quando se coloca um rifle pronto para atirar.
Em 1872 o grupo foi reconhecido como uma entidade terrorista e foi banida dos Estados Unidos.
 O segundo grupo que utilizou o mesmo nome foi fundado em 1915 (alguns dizem que foi em função do lançamento do filme O Nascimento de uma Nação, naquele mesmo ano) em Atlanta por William J. Simmons. Este grupo foi criado como uma organização fraternal e lutou pelo domínio dos brancos protestantes sobre os negros, católicos, judeus e asiáticos, assim como outros imigrantes. Este grupo ficou famoso pelos linchamentos e outras atividades violentas contra seus "inimigos". Chegou a ter 4 milhões de membros na década de 1920, incluindo muitos políticos. A popularidade do grupo caiu durante a Grande Depressão e durante a Segunda Guerra Mundial.
 Na década de 1930, o nazismo exerceu uma certa atração sobre a Ku Klux Klan. Não passou disso, porém. A aproximação com os alemães foi bruscamente encerrada na Segunda Guerra Mundial, depois do ataque japonês à base estadunidense de Pearl Harbor, quando muitos membros se alistaram no exército para lutar contra o "perigo amarelo". Só faltava o tiro de misericórdia ao império invisível. Em 1944, o serviço de contribuições diretas cobrou uma dívida da Klan, pendente desde 1920. Incapaz de honrar o compromisso, a organização morreu pela segunda vez.
 Na década de 1950, a promulgação da lei contra a segregação nas escolas públicas despertou novamente algumas paixões, e cruzes se acenderam. Seguiram-se batalhas, casas dinamitadas e novos crimes (29 mortos de 1956 a 1963, entre eles 11 brancos, durante protestos raciais). Os klanistas tentaram se reciclar no anticomunismo, combatendo os índios ou atenuando seu anticatolicismo fanático.
 Mas nada surtiu grande efeito e o declínio da Klan já tinha começado desde o fim da década de 1960, época em que só contava com algumas dezenas de milhares de membros. Depois, podia-se tentar distinguir os "Imperial Klans of America" dos "Knights of the Ku Klux Klan", ou ainda dos "Knights of the White Camelia", alguns dos vários nomes das tentativas de ressurgimento. Mas os klanistas não eram mais uma organização de massa. Apesar das proclamações tonitruantes e de provocações episódicas, as "Klans" não reuniam mais do que alguns milhares de membros, comparáveis assim com outros grupelhos neonazistas com os quais às vezes mantinham relações.
 Hoje, a Ku Klux Klan conta apenas com um efetivo de 3 mil homens em todos os antigos "estados confederados", apesar do baixo número de associados, muitos não associados apoiam a organização.





  (Mais uma coisa bizarra que o mundo prefere esconder.)


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O 'homem árvore'.

Imagem que mostra claramente a doença Epidermodisplasia Verruciforme.
Esse é Dede, portador do 'homem-árvore'.


 Epidermodisplasia Verruciforme também conhecida como doença do ‘homem-árvore’, é uma doença hereditária extremamente rara que leva a formação de verrugas na pele que nunca param de crescer. Ela costuma se manifestar entre um e 20 anos de idade e afeta normalmente as mãos e os pés.
 A esperança surgiu para Dede quando um médico expert em dermatologia viu o “homem árvore” num documentário do Discovery Channel. O médico se interessou na hora pelo caso e voou para Jacarta. Após estudar o caso bizarro, o médico descobriu o que Dede tinha e propôs um tratamento que transformaria a sua vida.
Testando amostras em uma biópsia feita com amostras do tecido e do sangue de Dede, Dr Anthony Gaspari da Universidade de Maryland concluiu que o “homem árvore” era na verdade um caso gravíssimo de Papilloma Virus (HPV),uma doença relativamente comum que aflige alguns humanos gerando verrugas e causando sofrimento. Mas o caso de Dede era extremo.
 Isso porque ele além do papiloma, tinha uma rara condição genética (lei de murphy, né?) que impedia que o sistema imunológico combatesse as verrugas.
 O médico propôs como tratamento doses de vitamina A sintética como forma de combater o crescimento das verrugas.
 Em 2007, Dede, da Indonésia, teve quase seis quilos de verrugas removidas e hoje necessita novamente de cirurgia para poder utilizar novamente as próprias mãos.
O Dr. Gaspary acredita que o pobre Dede nunca será uma pessoa normal, dada a gravidade do caso, mas que com o avanço do tratamento, em alguns anos ele poderá até usar novamente as mãos.